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Titulo As Novas Aventuras de Robinson Crusoe
Autores Daniel Defoe, Virgílio Tenreiro Viseu (Tradutor)
Género
Romance
Proposto por
Hugo Xavier
Editor
Hugo Xavier
Formato
15,5x23,5 cm
N.º Páginas
304
Data
Fevereiro de 2016
ISBN
978-989-99715-1-6
Padrinhos
Esta é a primeira tradução em língua portuguesa da continuação das aventuras do mais famoso náufrago da literatura universal.
Publicado em 1719, poucos meses mais tarde do que o seu famoso antecessor e, também ele, supostamente escrito pelo próprio Robinson Crusoe, é o romance que segue as aventuras de Robinson depois de este deixar a ilha.

Da mesma forma como o primeiro romance terá sido inspirado pelas aventuras do marinheiro Alexander Selkirk bem como por algumas fontes da literatura clássica árabe então em voga em traduções francesas, estas "novas aventuras" baseiam-se latamente nos diários de viagem que detalham a missão britânica que entre os anos de 1693 e 1695 seguiu de Moscovo para Pequim.

Misturando factos e ficção, Defoe, no seu melhor estilo e sempre com a pena pronta para a crítica social, relata as aventuras do seu herói numa última visita à ilha bem como em viagens por Madagáscar, China, Sudoeste asiático ou Sibéria.

Misto de grande romance de aventuras, relato jornalistico, crítica social (de bastante actualidade, diga-se) e grande ficção, este volume segundo é também o testemunho da enorme facilidade de escrita do pai do jornalismo britânico e de um dos maiores nomes da literatura universal.

"É uma obra que foi sempre ofuscada pelo primeiro Robinson. É-lhe inferior é certo mas, ainda assim, apenas em originalidade e não deixará possívelmente de ser uma das melhores produções literárias do seu século que merece ser lida com outros olhos." John Sutherland

"Defoe consegue o magnífico equilíbrio entre um texto jornalístico e uma ficção quase fantástica ao estilo das Viagens de Gulliver, de Swift. Algo que não é fácil, sobretudo quando consegue que o leitor continue a acreditar no que lê." Eric Flynn-Silver in The Scottsman
Daniel Defoe (1660-1731) é considerado um dos pais do romance inglês e um dos primeiros romancistas europeus.
Comerciante, escritor, jornalista (provavelmente o primeiro jornalista económico), espião, escritor de panfletos e notável pioneiro da publicidade e do marketing, Defoe escreveu mais de 500 livros e milhares de panfletos e artigos sobre as mais diversas áreas, da economia ou da política ao sobrenatural.

Segundo a crítica, foi a capacidade que desenvolveu para viver da escrita pelo jornalismo, apostando num trabalho muitas vezes dirigido à população pobre de marinheiros e aventureiros de um império britânico que começava a despontar, que permitiu que a sua obra literária, ao contrário de muitos autores da sua época, possa ser lida e entendida hoje em dia como se a marca do tempo não tivesse sobre ela qualquer influência.

Por outro lado a crítica social, sempre presente na obra de Daniel Defoe, é ainda hoje tão pertinente (ou mais ainda) do que era no seu tempo e o registo do livro de viagens e aventuras exóticas permite ao seu autor um espaço de manobra que poucos autores tiveram naquela época ou sequer ainda hoje em dia.
Sem informação.
Nuno Fonseca
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