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Titulo O Crime de Aldeia Velha
Autor Bernardo Santareno
Género
Teatro
Proposto por
Pedro Bernardo
Editor
Pedro Bernardo
Formato
13x20cm
N.º Páginas
200
Data
Abril/Maio de 2017
ISBN
978-989-8872-00-5
Em Portugal, nos anos 30, uma mulher foi queimada viva por bruxaria. O maior dramaturgo português do século XX criou a partir do episódio uma peça de choque que é um marco incontornável da nossa literatura.
Na aldeia e redondezas, Joana é de longe a mais bela das raparigas por casar. Cobiçada pelos rapazes, que competem pela sua atenção, e invejada pelas outras mulheres, filha de alguém que fora tida por bruxa, o seu feito instável dá origem a uma rixa à navalhada entre dois pretendentes, com desfecho mortal para ambos. A partir daqui, um grupo de beatas fanatizadas começa a aventar uma explicação: tal como a mãe, a rapariga teria o demo no corpo. Perante a impotência do novo pároco da aldeia, as beatas da aldeia tentam tirar-lhe Satanás do corpo: e Joana é queimada viva.

A história seria infelizmente vulgar se se tivesse passado há alguns séculos, mas aconteceu em Portugal, nos anos 30 do século XX, perto de Marco de Canavezes.

Bernardo Santareno inspirou-se na história verídica e criou uma das obras-primas da literatura portuguesa moderna. Mais tarde, o seu texto esteve na base do filme homónimo.
Bernardo Santareno (1920 — 1980) é considerado o maior dramaturgo português do século XX.
Bernardo Santareno, pseudónimo literário de António Martinho do Rosário (Santarém, 19 de Novembro de 1920 — Oeiras, 29 de Agosto de 1980) é considerado o maior dramaturgo português do século XX.

Formado em Medicina psiquiátrica, Bernardo Santareno rapidamente conciliou a sua profissão de médico com a de escritor. Primeiro poeta, autor de três livros e mais tarde, em muito influenciado pelas experiências como médico da frota bacalhoeira portuguesa na Terra Nova e Gronelândia que incluiria no seu único livro de narrativas, «Nos mares do fim do mundo», dedicou-se ao teatro.

Da sua obra teatral destacam-se «A promessa», «O lugre», «O crime da aldeia belha» ou «O judeu»; a primeira foi retirada de cena por pressões da Igreja Católica junto do governo salazarista.

Várias das suas obras foram adaptadas ao cinema e a telefilmes.
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