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Titulo Contos Completos
Autores Marcel Proust, Francisco Silva Pereira (Tradutor)
Género
Ficção estrangeira
Proposto por
Hugo Xavier
Editor
Hugo Xavier
Formato
15,5x23,5 cm
N.º Páginas Estimado
340
Data Estimada
Março / Abril de 2018
Notas
Pela primeira vez, num único volume, toda a fcção curta de Marcel Proust.
Proust deixou uma produção marcada pela sua extensa obra «Em Busca doi Tempo Perdido» mas Proust não é só a sua imensa obra ficcional, contos espalhados por diversas colecções de textos diversos («Os Prazeres e os dias» ou ainda «Pastiches et mélanges»), contos e histórias de juventude e ainda os famosos contos perdidos como «O Indiferente» que se julgaram perdidos durante boa parte do século XX.

«O Indiferente» é mesmo um dos melhores exemplos da importância da ficção curta de Proust: enviado para uma revista literária que abre falência antes da publicação do conto,  foi considerado perdido pelo autor e pelo mundo até ao final dos  anos 70, altura em que é redescoberto. Para surpresa dos especialistas, nas cerca de 20 páginas do conto estão patentes e condensados os grandes temas e questões levantados posteriormente em «... Tempo Perdido».

Cerca de 1/3 dos textos que compõem esta edição são traduzidos pela primeira vez em língua portuguesa.

Léon Blum :
«Novelas mundanas, histórias ternas [...] nas quais a precisão do trato se atenua na graça suave da frase. Proust reuniu todos  [...] os encantos [num] tão belo livro.»
 
Charles Maurras (lors de la parution de “Les plaisirs et les jours”) :
«Sentimo-nos embaraçados por descobrir tantos e tão diversos talentos num tão jovem escritor.  E junta-os sem que se contradigam ou contraponham. É uma mistura feliz, brilhante e grácil.»
 
Albert Camus :
«Proust nunca consentiu que se perdessem para sempre as férias felizes. Assumiu para si a responsabilidade de as recriar no meio escrito e de exibir, contra a morte, que o passado se encontra na base do tempo num presente imperecível, mais verdadeiro e mais rico ainda do que o original.» 

Marguerite Yourcenar :
«De entre os grandes escritores do começo do século XX, retenho especialmente Marcel Proust. Nele, amo a grande construção temática, a precisão extraordinária da passagem do tempo e da mudança que subtilmente produz nas personalidades dos homens, e uma sensibilidade diferente de todas as outras. Reli Proust umas sete ou oito vezes.»

Philippe Sollers
«Proust faz parte de mim, da minha circulação, mas demorei anos a conhecê-lo.»

François Mauriac
«O Sol levantou-se nas letras francesas, era Proust.»
Marcel Proust (1871-1922) é considerado por público e crítica um dos mais influentes escritores do século XX.
Apesar de uma vida curta marcada pela doença, marcel Proust deixou uma obra que marcou um ponto de viragem nas letras francesas e universais.

Proust foi um homem pouco à vontade com o seu tempo e a sociedade. Depois de uma educação muito protegida devido a ser uma criança tida como doente e marcada pelas crises de asma, a ligação de próximidade com a mãe que o incentiva à criação e o protege do mundo opõe-se a posição do pai que insiste que ele tenha um emprego. Consegue um posto numa Biblioteca mas nunca chega a exercer conseguindo uma licensa por doença que se arrasta e renova ao longo dos anos. Proust é também, reconhecidamente homossexual, mas nunca o admite chegando a bater-se em duelo para protegero seu bom nome. na realidade o jovem escritor, doente, homossexual e com sérios problemas de integração social vogou pela sociedade francesa da sua época navegando sempre águas difíceis.

É na sua obra literária preocupada com o enigma da memória e a necessidade de reflexão que o génio de Proust se revela. A sua obra arrasta consigo uma revolução literária tão marcada como a do «Ullysses» de Joyce mas muito menos tumultuosa.

É autor de romances, contos, pastiches, poesia, textos diversos, artigos e cartas.
Sem informação.
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