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Titulo Blackbird
Autores David Harrower , Tiago Guedes (tradutor)
Colecção
Textos de teatro
Género
Teatro
Proposto por
TNDMII
Editor
José Carlos Alfaro
Formato
13 x 20 cm
N.º Páginas
108
ISBN
978-989-8349-02-6
Ray é confrontado com o seu passado quando, certa tarde, Una lhe aparece de surpresa no seu local de trabalho. Ele tem 55 anos, ela 27.
Culpa, raiva, emoções fortes e cruas surgem enquanto relembram a relação apaixonada que viveram juntos quinze anos antes. Blackbird fala de um assunto delicado, abordando-o com sensibilidade e sem juízos morais. Questiona os limites da nossa maneira de ver a vida, os nossos tabus, as nossas concepções de amor e de abuso.
David Harrower nasceu em 1966, em Edimburgo. É dramaturgo e encenador.
A sua primeira peça, Facas nas Galinhas (1995), foi uma co-produção do Bush Theatre e Traverse Theatre, encenada por Philip Howard, e conheceu grande sucesso em alguns dos mais importantes palcos europeus. Matem os Velhos Torturem-lhes as Crias estreou em 1999, numa encenação de Philip Howard, para o Traverse Theatre. Em Abril de 2001, Presença estreou no Royal Court Theatre Upstairs, de Londres, e foi encenada por James Kerr, seguida de Terra Preta, em 2003. David Harrower fez várias adaptações de textos, tais como: a novela de ficção científica As Crisálidas (NI Connections, 1996); Seis Personagens à Procura de um Autor, de Pirandello (Young Vic, 2001); Woyzeck, de Büchner (Edinburgh Lyceum, 2001); Ivanov, de Tchekhov (National Theatre, 2002); Rapariga no Sofá, de Jon Fosse (Edinburgh International Festival/Schabühne, 2002) e Histórias dos Bosques de Viena, de Ödön von Horváth (National Theatre, 2003). Blackbird, apresentada pela primeira vez no King’s Theatre, em Edimburgo, a 15 de Agosto de 2005, foi nomeada para Peça do Ano pela Saltire Society (2005) e recebeu o Lawrence Olivier Award para a Melhor Peça Revelação em 2007. No nosso país, Facas nas Galinhas foi produzida, em 2000, pelos Artistas Unidos e publicada, numa tradução de Pedro Marques, na Revista Artistas Unidos, e, em 2009, pelo Teatro dos Aloés, com tradução de Paulo Eduardo Carvalho.
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