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Titulo A Casa Sombria
Autores Charles Dickens, G. K. Chesterton (Introdução), Hablot K. Browne «Phiz» (Ilustrador), Mário Domingues (Tradutor), Helder Guégués (Tradutor)
Género
Romance
Proposto por
Leitor Anónimo
Editor
Pedro Bernardo
Formato
15,5x23,5cm
N.º Páginas
760
Data
Maio de 2018
ISBN
978-989-8872-12-8
Notas
Para muitos «A Casa Sombria» é o melhor romance de Dickens.
Obra poderosa que segue várias histórias que se vão cruzando em torno de um complicadíssimo processo judicial, foi através desta obra que Dickens conseguiu agitar a consciência dos ingleses e levou à grande reforma judicial inglesa.
 
Vários testamentos deixados aparentemente pela mesma pessoa geram um processo gigantesco que se arrasta ano após ano e acaba por envolver quase toda a população de Londres. Nas dezenas de histórias menores de personagens que são, para sua surpresa, envolvidos no caso, Dickens vai estudando as diversas formas como um sistema judicial inoperacional e cego pode destruir vidas, amordaçar sentimentos e, acima de tudo, suspender os sonhos e o próprio dia-a-dia das pessoas independentemente do seu estrato social. A cegueira da justiça é pois o principal personagem que leva o leitor numa viagem frenética, às vezes trágica, às vezes cómica, emocionante e apaixonada, entrelaçando histórias de amor, dramas familiares, adultérios, investigação policial, o mundo dos negócios e o mundo da miséria no bas-fond londrino.
 
«Uma obra-prima do romance universal. Um romance de estrutura impossível onde o escritor consegue o milagre de nunca perder o leitor.» J. Hillis-Miller
«O melhor romance de Charles Dickens, de longe.» George Gissing
 
«Um dos meus dez livros preferidos que recomendo a todos os leitores e candidatos a escritores.» Stephen King
 
«Inescapavelmente tortuoso. Um romance cuja intriga é a própria teia da lei onde muitos ficam presos e que outros tecem a seu bel-gosto.» Norman Page
 
«Para o cânone é impossível deixar Dickens de fora. O seu melhor romance "A Casa Sombria" é inevitável.» Harold Bloom
 
«Um romance tão complexo como o sistema legal (ou talvez mais ainda) e ao mesmo tempo uma história romântica no seu melhor.» David Lodge
 
«Um romance que abanou o sistema jurídico britânico: as críticas choveram sobre Dickens mas as reformas seguiram-se. Mais uma vez, o escritor mudou a realidade.» John Sutherland
 
«Com excepção de "O Monte dos Vendavais", este é o romance mais poderoso e assombroso da literatura inglesa do século XIX.» Vladimir Nabokov
 
«Um romance incontornável sobre a essência humana do bem e do mal.» Joseph Conrad
 
«Abana a nossa realidade.» Andrew Lang
Charles Dickens (1812-1870) é reconhecido hoje como o primeiro escritor de real projecção global.
Criou algumas das mais imorredoiras personagens literárias de todos os tempos e foi um dos mais importantes pioneiros dos direitos da criança.
 
Dickens teve de abandonar a escola para trabalhar numa fábrica quando o seu pai foi preso por dívidas. Essa realidade marcou-o e é a temática principal de algumas das suas obras.

Apesar da falta de instrução formal, foi director do mais importante jornal literário do seu tempo durante mais de 20 anos, escreveu 15 romances, alguns dos quais apresentaram personagens que, mesmo quem nunca os leu, reconhece hoje em dia, várias novelas e largas centenas de contos, ensaios e artigos.

Foi um famoso orador, defensor dos direitos das crianças, no que foi um dos pioneiros em Inglaterra, e agiador social, reivindicando o direito à condição humana que a era industrial  parecia apostada em destruir.
Sem informação.
Impresso em papel Snowbright produzido através de um processo amigo do ambiente

Contém todas as ilustrações da primeira edição ilustrada da obra.
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