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Titulo Da República e das Gentes
Autores Manuel Gusmão, Jorge Silva Melo
Colecção
Textos de teatro
Género
Teatro
Proposto por
TNDMII
Editor
José Carlos Alfaro
Formato
13 x 20 cm
N.º Páginas
128
ISBN
978-989-8349-17-0
Batem as ave-marias nas ruas da Baixa, um homem passa, a realidade atravanca as palavras, «há tal soturnidade, há tal melancolia».
Esperanças, sonhos, desilusões, combates, convicções, gente, gente, o cinema que começa, reuniões, decisões, lutas, partidas, tantas derrotas, Sidónios, prisões, partidos que se formam, a Rússia lá ao longe, as letras, as letras, «há mais luz nas 24 letras do alfabeto do que em todas as constelações do firmamento».
Dois nomes consagradíssimos das letras e do teatro lusos.
Manuel Gusmão
Licenciou-se em Filologia Românica pela Universidade de Lisboa, tendo-se doutorado com uma tese sobre a poética de Francis Ponge, em 1987. É professor (aposentado) na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, desenvolvendo trabalho nas áreas da Literatura Portuguesa, da Literatura Francesa e da Teoria da Literatura. É membro da Associação Internacional de Literatura Comparada
e fundador da Associação Portuguesa de Literatura Comparada. Pertenceu às redacções das revistas O Tempo e o Modo e Letras e Artes, e foi colaborador permanente do Jornal Crítica, entre 1961 e 1971. Foi fundador das revistas Ariane (revue d’études littéraires françaises), que se publica desde 1982, e Dedalus (da Associação Portuguesa de Literatura Comparada), desde 1991. É coordenador
editorial da revista Vértice desde 1988. É tradutor português de poemas de Olivier Cardiot, Christian e Francis Ponge. Vencedor, em 2004, do Prémio D. Dinis, da Fundação Casa de Mateus, em 2005, do Prémio Vergílio Ferreira, atribuído pela Universidade de Évora, e, em 2011, do grande prémio de ensaio da APE.

Jorge Silva Melo
Estudou na London Film School. Fundou e dirigiu, com Luis Miguel Cintra, o Teatro da Cornucópia (1973-1979). Bolseiro da Fundação Gulbenkian, estagiou em Berlim junto de Peter Stein e em Milão junto de Giorgio Strehler. É autor do libreto de Le Château des Carpathes (baseado em Júlio Verne) de
Philippe Hersant, das peças Seis Rapazes, Três Raparigas, António, Um Rapaz de Lisboa, O Fim ou Tende Misericórdia de Nós, Prometeu, Num País Onde Não Querem Defender os Meus Direitos, Eu Não Quero Viver, baseado em Kleist, de Não Sei (em colaboração com Miguel Borges), O Navio dos Negros, Fala da criada dos Noailles que no fim de contas vamos descobrir chamar-se também Séverine numa noite do Inverno 1975 em Hyères e Rei Édipo. Fundou, em 1995, a sociedade Artistas Unidos de que é director artístico. Realizou vários documentários, as longas-metragens Passagem ou A Meio Caminho, Ninguém Duas Vezes, Agosto, Coitado do Jorge, António, Um Rapaz de Lisboa, e a curta-metragem A Felicidade. Traduziu obras de Carlo Goldoni, Luigi Pirandello, Oscar Wilde, Bertolt Brecht, Georg Büchner, Lovecraft, Michelangelo Antonioni, Pier Paolo Pasolini, Heiner Müller e Harold Pinter.
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