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Titulo Noite no Caminho de Ferro da Via Láctea
Autores Kenji Miyazawa, António Barrento (Tradução e Introdução)
Género
Novela
Proposto por
António Barrento e Hugo Xavier
Editor
Hugo Xavier
Formato
13x20cm
N.º Páginas Estimado
256
Data Estimada
Marçp de 2021
Notas
O «Principezinho» japonês. Um dos clássicos mais conhecidos da literatura nipónica, traduzido pela primeira vez e a partir do original!
«Noite no Caminho de Ferro da Via Láctea» tem sido comparado frequentemente ao «Principezinho», de Saint-Exupéry, e é a obra mais conhecida de Kenji Miyazawa. Traduzido em mais de 50 línguas e publicada postumamente em 1934, esta é uma «história para crianças que deve ser lida por todos os adultos» (New York Review of Books).

O jovem Giovanni, cujo pai está ausente numa longa viagem, tem a mãe doente. Assim, Giovanni é obrigado a aceitar pequenos empregos e tarefas, antes e depois do horário escolar, para alimentar a família, desenvolvendo neste contexto uma amizade com outro jovem, Campanella. No final de um dia de muitas atribulações, Giovanni e Campanella dão por si a embarcar num estranho comboio a vapor que surge do céu.

Nele viajam pela nossa galáxia conhecendo todo o tipo de pessoas e apercebendo-se deste modo da vastidão e da riqueza do ser humano e da ciência, que o arrancaram da mera sobrevivência para dominarem o universo. Com esta viagem, os dois jovens percebem que há muito mais mundo para lá das suas vidas limitadas.

Uma viagem de descoberta da humanidade, das maravilhas da natureza e da capacidade de sonhar do ser humano e uma narrativa sobre o modo como a ciência pode transformar os sonhos em realidade.

Esta novela de Kenji Miyazawa foi adaptada a diversas séries de televisão e filmes de animação.

Neste volume juntamos também a novela «A vida de Gusukō Budori», que é traduzida pela primeira vez numa língua ocidental, tendo também sido já adaptada ao cinema duas vezes e abordando temas semelhantes.

«Uma história escrita com poesia, capaz de maravilhar um leitor de qualquer idade. Um hino ao mundo que restaura a fé na capacidade de sonhar do Homem.» Frances Hardinge

«Uma obra plena de imaginação e de imagens deslumbrantes. Um festim para leitores de todas as idades.» The Japan Times

«As fábulas de Miyazawa são o que de melhor e de mais belo foi escrito no século XX.» David Mitchell

«A capacidade para escrever para lá do seu tempo e da sua realidade tornam Miyazawa um escritor universal e único. Não é por ser japonês que parece verdadeiramente original, mas porque simplesmente ninguém viu o mundo como ele e com capacidade para o escrever em tal estado de "maravilhamento".» Emily Barton, New York Times

«Depois dos grandes contadores de histórias, os irmãos Grimm, Charles Perrault, La Fontaine, Esopo... nos tempos modernos só há um escritor cujas obras são para leitores de todas as idades e as histórias são universalmente humanas: Kanji Miyazawa.» Jean-Marie Frisard, Lire

«Ninguém sonhou o mundo como Miyazawa.» Michael Ende (autor de «História Interminável»)
«Noite no Caminho de Ferro da Via Láctea» tem sido comparado frequentemente ao «Principezinho», de Saint-Exupéry, e é a obra mais conhecida de Kenji Miyazawa. Traduzido em mais de 50 línguas e publicada postumamente em 1934, esta é uma «história para crianças que deve ser lida por todos os adultos» (New York Review of Books).

O jovem Giovanni, cujo pai está ausente numa longa viagem, tem a mãe doente. Assim, Giovanni é obrigado a aceitar pequenos empregos e tarefas, antes e depois do horário escolar, para alimentar a família, desenvolvendo neste contexto uma amizade com outro jovem, Campanella. No final de um dia de muitas atribulações, Giovanni e Campanella dão por si a embarcar num estranho comboio a vapor que surge do céu.

Nele viajam pela nossa galáxia conhecendo todo o tipo de pessoas e apercebendo-se deste modo da vastidão e da riqueza do ser humano e da ciência, que o arrancaram da mera sobrevivência para dominarem o universo. Com esta viagem, os dois jovens percebem que há muito mais mundo para lá das suas vidas limitadas.

Uma viagem de descoberta da humanidade, das maravilhas da natureza e da capacidade de sonhar do ser humano e uma narrativa sobre o modo como a ciência pode transformar os sonhos em realidade.

Esta novela de Kenji Miyazawa foi adaptada a diversas séries de televisão e filmes de animação.

Neste volume juntamos também a novela «A vida de Gusukō Budori», que é traduzida pela primeira vez numa língua ocidental, tendo também sido já adaptada ao cinema duas vezes e abordando temas semelhantes.

«Uma história escrita com poesia, capaz de maravilhar um leitor de qualquer idade. Um hino ao mundo que restaura a fé na capacidade de sonhar do Homem.» Frances Hardinge

«Uma obra plena de imaginação e de imagens deslumbrantes. Um festim para leitores de todas as idades.» The Japan Times

«As fábulas de Miyazawa são o que de melhor e de mais belo foi escrito no século XX.» David Mitchell

«A capacidade para escrever para lá do seu tempo e da sua realidade tornam Miyazawa um escritor universal e único. Não é por ser japonês que parece verdadeiramente original, mas porque simplesmente ninguém viu o mundo como ele e com capacidade para o escrever em tal estado de "maravilhamento".» Emily Barton, New York Times

«Depois dos grandes contadores de histórias, os irmãos Grimm, Charles Perrault, La Fontaine, Esopo... nos tempos modernos só há um escritor cujas obras são para leitores de todas as idades e as histórias são universalmente humanas: Kanji Miyazawa.» Jean-Marie Frisard, Lire

«Ninguém sonhou o mundo como Miyazawa.» Michael Ende (autor de «História Interminável»)
 
Miyazawa Kenji (1896-1933) é considerado o pai da moderna literatura infantil japonesa. As suas obras estão traduzidas em todo o mundo, sendo lidas por leitores de todas as idades.
Nascido numa região pobre do Japão que produzia unicamente arroz, Miyazawa era filho de um casal de prestamistas bastante rico.

O pai organizava sessões em que budistas e personalidades diversas, de passagem pela pequena cidade onde viviam, davam palestras sobre os mais diversos assuntos. Kenji e a sua irmã mais nova assistiram a muitas delas desde pequenos.

O ano de 1918 foi de mudanças na sua vida. Incompatibilizou-se com o pai devido ao facto de se ter juntado a uma seita budista diferente da comum na região e formou-se em Agronomia, numa altura em que já escrevia com voracidade. Nesse ano, tornou-se também vegetariano.

Em ruptura total com os pais, abdica da sua posição de filho primogénito e parte para Tóquio, onde vive como monge budista em pobreza quase total e dando aulas de Agronomia nas escolas locais. Quer em Tóquio, quer na sua cidade natal, à qual regressa passados alguns anos, é um professor inovador que dá aulas de agricultura no meio dos campos e quase sempre aulas práticas sobre métodos agrícolas que, mais tarde, revolucionariam toda a agricultura da região, promovendo um enriquecimento e uma melhoria da vida de muitos dos agricultores japoneses. Em 1926 abandona o ensino e torna-se agricultor, ajudando a revolucionar no terreno muitos desses métodos.

Ao longo deste tempo e de vários períodos de doença devido à má nutrição e às condições de pobreza em que vivia, Miyazawa foi publicando livros e panfletos de poesia e contos infantis. A maior parte passou despercebida ao meio literário do país na sua época.

As suas obras defendem a importância da ciência para melhorar a vida de todas as classes sociais. Miyazawa defende que a aliança entre a ciência e a devoção à natureza são a única forma de melhorar a vida humana.

Miyazawa morre de pneumonia em consequência da constante debilidade física e má alimentação.

Quer durante a sua vida quer ao longo de várias décadas após a sua morte, as suas obras poéticas e a sua ficção infantil passaram despercebidas, mas a sua influência nos meios literários foi crescendo constantemente até que nos anos 80 e 90 do século XX Miyazawa foi finalmente reconhecido como um dos mais importantes, inovadores e excepcionais escritores japoneses de todos os tempos.

As suas obras estão publicadas em mais de 50 países. A sua poesia foi musicada e as suas ficções adaptadas a dezenas de filmes e séries, quer de imagem real quer de animação.

O poeta beat americano Gary Snyder introduziu as obras de Miyazawa em língua inglesa, dando-lhe a visibilidade que merecia no mundo ocidental.
Sem informação.
Impresso em papel snowbright com certificado ambiental.

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