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Titulo História da Arte em Portugal: do Marcelismo ao Final do Século XX
Autor Isabel Nogueira
Colecção
Imagética
Género
Ensaio
Proposto por
Isabel Nogueira
Editor
Pedro Bernardo
Formato
13x20cm
N.º Páginas
320
Data
Junho de 2021
ISBN
978-989-8973-27-6
Excerto
As artes plásticas e o pensamento crítico em Portugal, entre o início do Marcelismo (1968) e o final do século XX (2000), constituem um território profícuo de estudo, que tem vindo a despertar um interesse crescente.
Passado algum tempo, e com um certo distanciamento, já se crê ser possível concretizar uma proposta de compreensão deste panorama, por vezes complexo e até contraditório, inclusivamente pelas mutações políticas, sociais e culturais que nesta época se operaram na vida portuguesa, nomeadamente com a Revolução de Abril de 1974 e a consequente queda do regime ditatorial, com todas as suas implicações e desenvolvimentos, mas também com o próprio caminho da estabilização na democracia e da adesão à Comunidade Económica Europeia (CEE), em 1986, designada União Europeia (UE) a partir de 1992.
O objecto de estudo desta obra centra-se em acontecimentos – nomeadamente, algumas exposições colectivas implicativas, artistas, obras, políticas culturais de fundo, instituições, ensino artístico, publicações periódicas da especialidade, problematização teórica e crítica, bem como uma ligação ao pano de fundo internacional. É na análise crítica da encruzilhada destes elementos que esta história da arte em Portugal se posiciona. Não obstante os tempos e a intensidade da arte portuguesa não terem sido, muitas vezes, os mesmos da arte ocidental – especificamente dos centros artísticos mais eminentes, como os Estados Unidos da América, a França, a Alemanha, a Itália ou o Reino Unido –, as exposições em causa e certos percursos individuais conseguem ir além da crença, mais ou menos comum, numa certa roupagem de importação – nomeadamente quando se faz alusão aos anos 70 portugueses –, pondo a hipótese da necessária reavaliação da própria história da arte em Portugal do período em análise, tornando-a parte efectivamente constitutiva do movimento mais vasto da história da arte ocidental.

Esta edição incluí um extratexto com imagens a cores.
 
Isabel Nogueira (n. 1974) é historiadora de arte contemporânea, professora universitária, ensaísta e crítica de arte.
Isabel Nogueira é doutorada em Belas-Artes, com especialização em Ciências e Teorias da Arte (Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa) e pós-doutorada em História e Teoria da Arte Contemporânea e Teoria da Imagem (Universidade de Coimbra e Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne). É investigadora integrada do Centro de Investigação e de Estudos em Belas-Artes/Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e colaboradora do Institut Æsthetica: Art et Philosophie/Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne. É membro da Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA-Portugal). É autora correspondente da revista Recherches en Esthétique.

No domínio do ensaio, publicou as seguintes monografias: Do Pós-modernismo à Exposição Alternativa Zero (Nova Vega, 2007); Alternativa Zero (1977): o Reafirmar da Possibilidade de Criação (CEIS20/Universidade de Coimbra, 2008); Teoria da Arte no Século XX: Modernismo, Vanguarda, Neovanguarda, Pós-modernismo (Imprensa da Universidade de Coimbra, 2012; 2.ª ed. 2014); Théorie de l’art au xxe siècle: modernisme, avant-garde, néo-avant-garde, postmodernisme (Éditions L’Harmattan, 2013); Artes Plásticas e Crítica em Portugal nos anos 70 e 80: Vanguarda e Pós-modenismo (Imprensa da Universidade de Coimbra, 2013; 2.ª ed. 2015); Modernidade Avulso: Escritos sobre Arte (Edições A Ronda da Noite, 2014); A Imagem no Enquadramento do Desejo: Transitividade em Pintura, Fotografia e Cinema (Book Builders, 2016); L’image dans le cadre du désir: transitivité dans la peinture, la photographie et le cinema (Éditions L’Harmattan, 2018).
Sem informação.
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