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Titulo Leviatã ou A Matéria, Forma & Poder de Uma Comunidade Política Eclesiástica e Civil
Autores Thomas Hobbes, Francisco Carmo Garcia (introd., trad. e notas)
Colecção
Clássicos do pensamento político
Género
Ensaio
Proposto por
Francisco Carmo Garcia e Pedro Bernardo
Editor
Pedro Bernardo
Formato
13x20cm
N.º Páginas Estimado
712
Data Estimada
Março/Abril de 2024
Notas
Publicado originalmente em 1651 e revisto posteriormente em 1668, o ensaio clássico de Hobbes é o primeiro livro a abordar a necessidade de um contrato social.
Escrito durante a Guerra Civil Inglesa (1642-1651), defende a necessidade de uma nova organização social e política. Hobbes argumenta que para evitar o pior dos males - a guerra civil, a guerra de todos contra todos - é necessária toda uma nova estrutura social e formas de governo inovadoras. Só uma sociedade renovada consegue gerar um governo indiviso e só esse consegue garantir a estabilidade e a prosperidade. Dessa forma, o Autor disseca minuciosamente a sociedade e as instituições da época e propõe todo um novo sistema social e político. Esse novo sistema seria o contraponto do Leviatã, o monstro do Antigo Testamento que é símbolo do caos e ausência de ordem.
Thomas Hobbes (1588-1679) é considerado um dos filósofos ingleses mais importantes e influentes.
Homem do Renascimento, educado nos mais diversos campos do saber, Hobbes distinguiu-se precisamente com Leviatã, o primeiro tratado de filosofia política a referir a necessidade de um contrato social. No entanto, a sua obra e influência foi significativa em campos tão díspares como a História, a Geometria, a Teologia, a Ética, a jurisprudência e a Filosofia em geral.
Filho de um membro do clero que desprezava o conhecimento e a educação além do estritamente necessário, Thomas Hobbes teve a sorte de as circunstâncias familiares o deixarem a si e à sua família ao cuidado de um tio, um mercador abastado.
Passou por diversas escolas antes de chegar à Universidade de Oxford e já antes de nela ingressar tinha traduzido a Medeia, de Eurípedes, do grego para latim. Foi tutor e secretário de uma família nobre e com um dos seus membros viajou pela Europa absorvendo diferentes conhecimentos opostos ao regime escolástico com o qual tinha convivido em Oxford.
Apesar de se dar, corresponder e até mesmo trabalhar com diversas figuras importantes como Ben Jonson ou Francis Bacon, Hobbes só se dedicaria à filosofia a partir de 1629. Depois de ter feito traduções fundamentais de clássicos gregos e latinos.
A sua fama como filósofo foi crescendo depois de estadas em Itália e em França a ponto de, em 1645, ter sido chamado a moderar, com Descartes e Roberval, uma disputa filosófica de impacto europeu sobre a quadratura do círculo.
Hobbes passou a maior parte do período da Guerra Civil em Paris, a trabalhar como tutor e a preparar a publicação e a tradução de alguns livros, nomeadamente o Leviatã, que viu a luz do dia perto do final da guerra.
Durante o período da Restauração, as suas obras foram atacadas com base em acusações de heresia, mas teve a protecção do Rei, Carlos II, que tinha sido seu pupilo, resultando daí unicamente a proibição de publicação em Inglaterra de obras de temática próxima à conduta humana. Escreveu e traduziu até ao fim da sua longa vida.
Sem informação.
impresso em papel snowbright com certificado ambiental

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