41.99 
Titulo Subscrição de Livros Exclusivos (Vols. 1 a 4)
Autor Diversos
Colecção
Exclusiva
Género
Subscrição
Proposto por
Hugo Xavier
Editor
Hugo Xavier
Formato
13x20cm
N.º Páginas
880
Data
Março, Junho, Setembro, Dezembro
Notas
Colecção de obras de venda exclusiva no site e em eventos com participação directa da editora (como Feiras do Livro).
A subscrição da Colecção Exclusiva da E-Primatur engloba os 4 volumes seguintes por publicar da colecção (assim, depois de publicado o volume 1, uma nova subscrição contempla os volumes 2, 3, 4 e 5) e pode ser subscrita em qualquer momento, resultando num desconto médio de 30%.

Estas obras estarão apenas disponíveis para venda directa no nosso site ou em eventos como Feiras do Livro. Os livros poderão ser adquiridos individualmente pelo valor abaixo descrito mais perto da data anunciada de publicação.

São pequenas tiragens de obras que dificilmente teriam lugar nos escaparates por se destinarem a públicos de eleição que são, por natureza, reduzidos.

Os livros serão publicados trimestralmente (no final de cada mês indicado) e serão enviados para os subscritores ou para os compradores do volume individual.

Próximos 4 volumes a publicar:

Vol. 1 (Março de 2024)
PALMEIRAS E PRESIDENTES, de O. Henry (tradução de Mário-Henrique Leiria)
(PVP sem subscrição: 15.00 €)

Primeiro livro daquele que é considerado o melhor contista norte-americano, O. Henry. Este romance, constituído por contos interligados pelo local onde decorre a acção e com personagens que vão aparecendo e desaparecendo ao longo das histórias, foi escrito por O. Henry depois de uma visita às Honduras, descrevendo em pinceladas bem dispostas um rol de personagens invulgares que povoam a República de Anchúria, a proverbial «República das bananas», expressão cunhada precisamente neste livro por O. Henry.
E não apenas proverbialmente como literalmente: o livro é também uma crítica contundente aos países que se deixavam governar pela influência dos interesses económicos (neste caso, grandes companhias norte-americanas), focando toda a sua economia numa única produção. Palmeiras e Presidentes é o livro de um autor norte-americano que mais adaptações teve na URSS e posteriormente na Rússia.

Vol. 2 (Junho de 2024)
DIÓGENES, O CÃO, de Paul Hervieu (tradução de Duarte Bandeira)
(PVP sem subscrição: 11.00 €)

Um dos clássicos mais invulgares da literatura francesa dado à estampa por Hervieu em 1882, este romance é composto por novelas interligadas. A premissa é simples: e se os filósofos gregos da antiguidade vivessem de acordo com o que pregavam? O resultado é um divertido desfilar de episódios hilariantes que revelam mais da alma humana que muitos tratados filosóficos.
Esta é a primeira tradução em língua portuguesa desta obra.

Vol. 3 (Setembro de 2024)
UMA ANDORINHA NO TELHADO, de Lucien Descaves (tradução de Jéssica Ricardo)
(PVP sem subscrião: 15.00 €)

Publicado originalmente em 1924, este romance do escritor francês Lucien Descaves traça uma crítica (ao mesmo tempo que pisca o olho ao leitor) sobre os esplendores e misérias da sociedade «humanista» francesa quando posta à prova por circunstâncias incomuns. A acção desenrola-se em 1916, quando uma pequena aldeia francesa recebe órfãos de guerra vindos das zonas mais afectadas. Duas famílias outrora de relação próxima e recentemente desavindas competem para, perante a sociedade local, darem as melhores condições ao «seu órfão». A nu ficam as vaidades e orgulhos, os preconceitos e as questiúnculas políticas, históricas e pessoais. Um romance que é simultaneamente uma crítica mordaz a uma sociedade orgulhosa da sua superioridade moral e intelectual e uma análise subtil das motivações mesquinhas que subjazem à aparência.
Esta é a primeira tradução desta obra em língua portuguesa.

Vol. 4 (Dezembro de 2024)
AS RUÍNAS DE PALMIRA, MEDITAÇÃO ACERCA DA DESTRUIÇÃO DOS IMPÉRIOS, do Conde de Volney (tradução de Francisco Quintal)
(PVP sem subscrição: 17.00 €)

Publicado originalmente em 1791, este é um dos grandes ensaios fundadores da moderna Filosofia da História. Volney tinha feito longas viagens à Síria, Egipto, Córsega, Turquia e Rússia, além da própria França, pela qual viajou extensamente.
Neste seu mais famoso tratado, Volney defende que os impérios só evoluem se os governos permitirem que os interesses próprios dos cidadãos mais esclarecidos floresçam. Thomas Jefferson, que conheceu Volney numa viagem que este fez aos Estados Unidos, considerava ser essa a filosofia condizente com a sua própria ideia para o governo dos Estados Unidos e começou a traduzir a obra, tendo traduzido 20 dos 24 capítulos. Interrompeu a tradução pois estava a começar a sua campanha eleitoral para a presidência e porque receava críticas relativas à fama supostamente herética do livro. Os últimos 4 capítulos foram entregues a outro tradutor.
A este texto juntam-se os textos afins «A Lei Natural» e uma «Notícia geográfica sobre Palmira».
O ensaio de Volney constitui um dos textos mais influentes e traduzidos do seu tempo e estava esgotado em Portugal há mais de 60 anos.
Diversos
O. Henry (1862-1910)
Jornalista, escritor e poeta, foi um dos autores americanos mais lidos da transição do século XIX para o século XX. É reconhecido como o mais importante contista norte-americano.
A vida de O. Henry, um dos muitos pseudónimos - e o mais conhecido - usados por William Sydney Porter, ficou marcada por uma acusação de desfalque quando trabalhou durante alguns meses num banco. E por uma pena de prisão de 5 anos, da qual cumpriu 3, tendo sido libertado por bom comportamento.
Antes de ter sido acusado e ao saber das investigações fugiu para as Honduras, de onde voltou quando soube da doença terminal da esposa.
O. Henry foi um dos primeiros escritores americanos a ser sucessivamente adaptado ao cinema. E um dos autores americanos mais traduzidos na URSS e, posteriormente, na Rússia. É difícil encontrar uma antologia dos melhores contos americanos em qualquer língua que não contenha um conto seu.
É um dos escritores preferidos de Barack Obama.
Após a sua morte foi criado, em 1919, o Prémio PEN/O. Henry que premeia os melhores contos publicados nos Estados Unidos e Canadá anualmente.

Paul Hervieu (1857-1915)
Romancista e dramaturgo francês de grande sucesso, Hervieu ficou conhecido para a história pela utilização de um sistema de lógica na construção dos seus enredos. A utilização de sistemas filosóficos lógicos e de um humor que raramente se lhe associava são uma das suas marcas mais distintivas.
Foi amigo e parceiro de Octave Mirbeau em diversos projectos e executor testamentário de Joris-Karl Huysmans.
Em 1900 foi eleito para a Academia Francesa.

Lucien Descaves (1861-1949)
Escritor francês naturalista e libertário cujas obras antimilitaristas lhe valeram vários processos judiciais.
Descaves foi um dos primeiros membros da Academia Goncourt, tendo sido membro do Júri do prémio aquando do famoso escândalo de não atribuição do prémio a Céline por influência de editores franceses. Nessa altura, em 1932, desiludido com a situação, Descaves demitiu-se. Aceitou o cargo de presidente do Júri do Prémio a partir de 1945 e até à sua morte.
Foi amigo de Picasso, com quem foi testemunha de casamento de Apollinaire, Huysmans, Mirbeau, Hervieu, Edmond de Goncourt, e muitos outros grandes nomes da literatura e cultura.
As suas obras defendem sempre posições contra a guerra e a violência e um humanismo necessário para a solidificação de uma nação francesa forte, sem por isso deixarem de ironizar o estado oposto das coisas.

Conde de Volney (1757-1820)
Foi um filósofo, abolicionista, escritor e político francês. Depois de muitas viagens pelos mais diversos destinos (Síria, Egipto, Turquia ou Rússia) e num tempo de grande instabilidade política, Volney (nome que se auto-atribuiu através da contracção dos nomes de Voltaire e Ferney) conseguiu a proeza de ser nomeado Comandante da Legião de Honra, em 1804, Conde do Império, por Napoleão em 1808 e, posteriormente, Par do Reino, por Luís XVIII, bem como por ter sido expulso dos Estados Unidos por John Adams sob suspeitas de espionagem.
O texto que agora se publica foi um dos textos mais influentes da Filosofia da História, sendo apreciado por Thomas Jefferson que reconhecia nele muito do que defendia dever ser o Governo dos futuros Estados Unidos, mas foi também influente junto dos radicais românticos britânicos e muitos outros.
 
Sem informação.
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Impresso em papel snowbright com certificado ambiental

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