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Titulo Subscrição de Livros Exclusivos (Vols. 10 a 13)
Autores Diversos, André Gide, Louis Pergaud, Honoré de Balzac, Pierre Loti
Colecção
Exclusiva
Género
Subscrição
Proposto por
Hugo Xavier
Editor
Hugo Xavier
Formato
13x20cm
N.º Páginas
924
Data
Março, Junho, Setembro, Dezembro
Notas
Colecção de obras de venda exclusiva no site e em eventos com participação directa da editora (como Feiras do Livro).
A subscrição da Colecção Exclusiva da E-Primatur engloba os 4 volumes seguintes por publicar da colecção (assim, depois de publicado o volume 1, uma nova subscrição contempla os volumes 2, 3, 4 e 5 e assim por diante) e pode ser subscrita em qualquer momento, resultando num desconto médio de 30%.

Estas obras estarão apenas disponíveis para venda directa no nosso site ou em eventos como Feiras do Livro. Os livros poderão ser adquiridos individualmente pelo valor abaixo descrito após a data anunciada de publicação.

São pequenas tiragens de obras que dificilmente teriam lugar nos escaparates por se destinarem a públicos de eleição que são, por natureza, reduzidos.

Os livros serão publicados trimestralmente (no final de cada mês indicado) e serão enviados para os subscritores ou para os compradores do volume individual.

Próximos 4 volumes a publicar:

Vol. 10 (Junho de 2026)
A GUERRA DOS BOTÕES, de Louis Pergaud (tradução de Guilhermina A. Gomes)
(PVP sem subscrição: 17.00 €)

Publicado em 1912, este romance narra as batalhas travadas entre dois grupos rivais de rapazes de aldeias vizinhas do interior francês. Liderados por personagens como Lebrac, os miúdos envolvem-se em lutas quase quotidianas, armados de paus, fisgas e do engenho infantil, disputando território e honra com intensidade quase militar. O troféu de guerra mais simbólico e cruel é o botão: os vencidos voltam para casa com a roupa rasgada e os botões arrancados, o que lhes vale repreensões de pais e professores — mas não diminui o entusiasmo por novas escaramuças.
Considerado O Senhor das Moscas francês, tornou-se um clássico da literatura e foi adaptado ao cinema diversas vezes, com destaque para o célebre filme de Yves Robert (1962), e duas adaptações paralelas em 2011 por Yann Samuell e Christophe Barratier, que deram novos contextos históricos à trama. A obra também inspirou peças de teatro, banda desenhada e é frequentemente estudada nas escolas francesas. O romance permanece como um retrato intemporal da infância, das suas guerras simbólicas e da tensão entre liberdade e disciplina, com eco universal que transcende fronteiras culturais.

Vol. 11 (Setembro de 2026)
A ÚLTIMA ENCARNAÇÃO DE VAUTRIN, de Honoré de Balzac (tradução de Eduardo de Barros Lobo)
(PVP sem subscrição: 15.00 €)

Baseado na história de vida de Vidocq, o condenado que se tornou chefe das políciasde Paris, Balzac cria o seu «Vautrin». Neste romance de acção, posteriormente incluído na obra Esplendores e misérias das cortesãs, o cérebro brilhante que joga nos dois lados da lei põe e dispõe um tremendo jogo de xadrez que vem abalar os alicerces da vida como os parisienses a conheciam.

Vol. 12 (Dezembro de 2026)
OS ÚLTIMOS DIAS DE PEQUIM, de Pierre Loti (tradução de Raúl Proença)
(PVP sem subscrição: 18.00 €)

Em 1901, a associação de ginásios de artes marciais chinesa liderada por um ultranacionalista incita os seus membros por todo o império a revoltarem-se contra a presença de estrangeiros no país. Assim começa aquela que viria a ser designada como Revolta dos Boxers, que daria uma das machadadas finais no poder imperial chinês, preparando a Revolução Cultural.
No Bairro Internacional de Pequim, as legações diplomáticas e empresas internacionais vêem-se cercadas e sob ataque dos populares das forças revoltosas. A Imperatriz, num primeiro momento, autoriza uma força estrangeira a evacuar estes sitiados, mas logo depois, temendo piorar a situação de conflito, nega entrada a essa força internacional. Contra o édito imperial, a força internacional entra pela China adentro e evacua todas as legações internacionais. Dessa força fazia parte o Tenente Pierre Loti, já então um dos grandes escritores franceses do seu tempo. Este é um romance-reportagem contado em primeira mão, do primeiro conflito geopolítico do século XX. E de uma missão arriscada e corajosa.

Vol. 13 (Março de 2027)
UM HOMEM, de Miguel de Unamuno (tradução de Aníbal de Vasconcelos e Adolfo Casais Monteiro)
(PVP sem subscrição: 11.00 €)

Um homem educado num rígido padrão de educação moral projecta os seus valores sobre os outros como se estes devessem naturalmente segui-los.
A sua esposa ama-o e procura compreender o invulgar código moral do marido. Este, por sua vez, na certeza da sua razão é incapaz de comunicar com a esposa e começa a suspeitar de infidelidade.
 
Diversos
Louis Pergaud (1882–1915)
Foi um escritor e professor francês, vencedor do Prémio Goncourt em 1910 pela colectânea De Goupil à Margot, composta por contos sobre animais com forte carga simbólica. É sobretudo lembrado pelo romance La Guerre des boutons (1912), sátira da rivalidade entre grupos de crianças em aldeias vizinhas. Pacifista assumido, morreu nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial, vítima do mesmo conflito que denunciara na sua escrita.

Honoré de Balzac (1799–1850)
Foi um omancista e contista francês, é figura maior do realismo francês. Autor de A Comédia Humana (constituida por mais de 90 obras independentes), retratou a França pós-napoleónica — dinheiro, ambição, ascensão social — com personagens recorrentes. Estudou Direito, passou por jornalismo/edição, escreveu apesar de dívidas, casou com Ewelina Hańska e influenciou Flaubert, Zola e Proust.

Pierre Loti (1850–1923)
Pseudónimo de Julien Viaud, foi um oficial da Marinha francesa e um dos mais destacados escritores do exotismo finissecular, cuja obra literária se alimenta directamente das longas viagens que realizou pela Ásia, África e Médio Oriente ao serviço naval; autor de romances e narrativas de forte cunho autobiográfico, como Aziyadé, Pêcheur d’Islande, Madame Chrysanthème ou Ramuntcho, Loti cultivou uma escrita melancólica e sensorial, marcada pela nostalgia, pelo culto do efémero e por uma visão idealizada de culturas percebidas como ameaçadas pela modernidade ocidental, alcançando grande notoriedade internacional em vida e sendo eleito membro da Académie Française em 1891.

Miguel de Unamuno (1864-1936)
Nascido em Bilbao em 1864, formou-se em Filosofia e Letras na Universidade de Madrid e tornou-se uma das figuras centrais da chamada Geração de 98. Professor e, por várias vezes, reitor da Universidade de Salamanca, destacou-se tanto pela obra ensaística e romanesca – onde sobressai Del sentimiento trágico de la vida – como pela intervenção pública intensa, frequentemente polémica. A sua escrita, atravessada por preocupações existenciais, religiosas e identitárias, funde literatura e reflexão filosófica numa linguagem pessoalíssima.
O seu posicionamento crítico face à ditadura de Primo de Rivera valeu-lhe o exílio em 1924 (primeiro em Fuerteventura, depois em França). Regressado a Espanha, continuou a intervir na vida pública durante a Segunda República e nos primeiros meses da Guerra Civil, episódio marcado pelo célebre confronto na Universidade de Salamanca, em 1936. Faleceu nesse mesmo ano, a 31 de Dezembro, em sua casa, em Salamanca, vítima de morte natural.
Sem informação.
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Impresso em papel snowbright com certificado ambiental

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