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Titulo Livros do Ano 2015 (Pack)
Autores August Strindberg, Hermann Ungar
Género
Romance
Formato
15,5x23,5cm
N.º Páginas
364
Data
2015
ISBN
978-989-99438-5-8+978-989-99438-0-3
Os dois romances clássicos que foram eleitos em 2015 como livros do ano. Aproveite esta oferta temporária com 30% de desconto.
«O Salão Vermelho» de August Strindberg é uma das maiores obras-primas do autor sueco e um dos grandes clássicos da literatura universal. Um romance sobre uma sociedade corrupta e viciada e aqueles que a tentam mudar. Livro do Ano 2015 para
Livro do Ano 2015 - Expresso, escolha de José Guardado Moreira
Livro do ano 2015 - Observador, escolha de Joana Emídio Marques

«Mutilados» de Hermann Ungar foi o romance que encabeçava a lista de obras a destruir pelos nazis, de tal forma que se julgou perdido até ao começo dos anos 80, quando foi encontrado um original numa biblioteca em França. Romance sobre traumas psicológicos e possivelmente o pai do policial psicológico. um livro brutal sobre as doenças da alma que nos levam aos mais hediondos crimes. Livro de culto da literatura universal.
Livro do Ano 2015 - Público, escolha de Isabel Lucas (Os outros livros do Ano)
Dois mestres da narrativa Universal
August Strindberg (1849-1912),escritor e pintor sueco. A sua obra literária revolucionou a escrita na escandinávia e a sua influência estende-se a nível internacional.
Tennessee Williams, Maxim Gorky, Ingmar bergman, Edward Albee, John Osborne ou Eugene O'Neill reconhecem a preponderância da obra de Strindberg na definição de todo o teatro e cinema modernos.

Autor prolífico, escreveu mais de 60 peças, 30 obras de ficção, história, análise cultural, autobiografia e política.

Em todos os campos em que se envolveu, Strindberg rompeu com os conceitos vigentes sendo ainda hoje considerado um dos grandes experimentalistas da literatura europeia.

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Hermann Ungar (1893-1929), foi um escritor judeu da Morávia de expressão alemã.

Particularmente activo no meio literário intelectual de Berlim, Viena e Praga na terceira década do século XX, Ungar foi influenciado pelo Expressionismo e pela psicanálise.

As suas obras testam até aos limites mais negros o tecido social e abordam temáticas de choque como a sexualidade e a doença psicológica. Admirado por todos os grandes nomes da cultura germanófil, foi comparado a kafka aquando da sua publicação em França onde a sua obra foi traduzida perto do final da sua vida.

Autor de dois romances, vários contos, peças de teatro e ensaios, Ungar foi esquecido durante a Segunda Guerra Mundial tendo as suas obras sido especialmente destacadas entre a lista de livros da destruir pelo regime nazi.

Nos anos 80, após uma nova tradução francesa da sua obra, o escritor foi ressuscitado tendo sido traduzido em mais de duas dezenas de línguas e vendo novamente o seu nome a figurar no cânone da literatura europeia.
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